quarta-feira, 30 de novembro de 2016

Receber encomendas

Se têm o hábito de comprar coisas pela Internet e pedem para estas vos serem entregues em casa vão identificar-se com esta publicação. Tudo começa no momento de fazer a compra. Antes de clicar em "finalizar", temos de pensar muito bem quando vamos estar disponíveis para receber a encomenda e por isso escolhemos com cuidado o dia em que vamos finalizar o pedido, sempre com atenção aos dias úteis e etc. Posto isto, devemos ter um ou dois dias de descanso antes do dia terrível de sofrimento em que ficamos a aguardar pela encomenda. Chegado o dia programado para a entrega, não nos atrevemos a sair de casa, talvez nem a ir à casa de banho, porque qualquer segundo sem estar com toda a atenção focada na campainha pode ser fatal! Um minuto no local errado e levamos com um aviso na caixa de correio a dizer que podemos ir levantar aos correios daqui a dois dias, na melhor das hipóteses. Assim temos o dia reservado para estar em casa com os olhos e ouvidos postos na porta e na campainha. Qualquer som de um carro a abrandar pode ser a carrinha com a nossa encomenda, mas de cada vez que vamos a correr para a porta, não é. Temos de dizer a toda gente que nos pergunta se queremos ir aqui ou ali que não podemos arredar pé porque a encomenda chega hoje. Passada a manhã começamos a perguntar se nos terão enganado quando nos enviaram o email no dia anterior a dizer que a encomenda chegava no próximo dia. Durante a tarde, a cada hora que passa ficamos ainda mais nervosos e as perguntas continuam, e começam até a piorar: "será que a encomenda se perdeu?", "será que não encontram a nossa morada?", "será que fomos roubados?", "será que a carrinha teve um acidente horrível e todas as encomendas ficaram destruídas???"... Enfim. Tudo nos passa pela cabeça nos momentos de espera. E por mais familiarizados que estejamos com a transportadora sentimos sempre este nervosismo chato que nos atormenta entre as horas para a qual está prevista a entrega. Até que, quando toda a luz já desapareceu dos nossos olhos, a campainha toca e é, finalmente, a nossa encomenda!!! Lá metemos uma cara séria mas simpática, para dar aquele ar de que sabemos o que estamos a fazer e de que a mim não me enganam, e vamos até ao senhor das entregas para assinar naqueles malditos aparelhos eletrónicos, nos quais só conseguimos fazer rabiscos, e receber a nossa tão esperada encomenda. No momento em que entramos em casa e fechamos a porta atrás de nós é como se todos os problemas do mundo tivessem desaparecido. Já nada mais importa porque a nossa encomenda está connosco, está completa e mais uma vez vencemos a compra pela Internet e não fomos burlados. Como é maravilhoso comprar online! 

sábado, 29 de outubro de 2016

ROOM MAKEOVER

Foram quatro dias de muito trabalho, e três noites que dormi no sofá. Mudar uma divisão da casa, por mais pequena que vá parecer a diferença, custa sempre mais do que estamos inicialmente à espera. Quando decidi que não queria mais as portas do meu armário em castanho e quando me fartei de acordar todos os dias para uma parede laranja, nunca pensei que fosse ser assim.Foram três noites sem poder dormir na minha cama por causa do cheiro das tintas, e esta foi a parte fácil.  Acho que passei ainda alguns dias a pensar no que queria fazer, mas só quando fui comprar as tintas é que me decidi realmente. Escolhi branco para as paredes e cinzento e preto para o armário. Apaixonei-me pela tinta cinzenta assim que comecei a pintar e o resultado final ficou genial! Antes de pintar tive de tirar os móveis mais pequenos para outra divisão e tapar os restantes para que a tinta não fosse parar onde não devia. Tinha o teto cheio de estrelas, daquelas que brilham no escuro, e tiveram de ser todas removidas. Também tive de tapar o chão e isolar com fita todos os sítios que não queria pintar. Depois disto meti mãos à obra e comecei a pintar o armário porque já sabia que ia ser o que me levaria mais tempo. Isolei à volta das maçanetas e dobradiças e pintei-as com esmalte preto. O resultado ficou muito bom, mas cuidado quando pintam com esmalte, demora imenso tempo até ficar bem seco e mancha bastante (não sejam totós como eu fui, usem luvas, vai evitar que fiquem com as mãos manchadas durante uns dias). Depois tive de tirar a fita e isolar o que já estava pintado para não correr o risco de me escapar alguma coisa e o preto ficar coberto de cinzento (mais tarde descobri que não fazia mal, porque a tinta é facilmente lavável por cima do esmalte). Meia lata chegou para as duas camadas de cinzento que o armário levou. O mais difícil estava feito! Em seguida pintei as paredes e o teto. Finalmente, depois de tudo seco, removi as fitas e começou a parte das limpezas pós-pinturas. Custou bem mais do que quando montei o meu escritório, mas valeu o esforço! Agora tenho um quarto que me parece maior e que tem mais a ver comigo. Mesmo assim, acho que não vou ficar por aqui. Esta foi sem dúvida a grande mudança, mas há mais a ser feito e não vos estou a mostrar a outra metade do quarto por isso mesmo: está praticamente igual! Estou muito feliz com o resultado final e quero sem dúvida continuar esta transformação. 

Resultado? A parede laranja desapareceu e agora tenho quatro paredes bem branquinhas, todas pintadas de novo. O castanho escuro transformou-se em cinzento claro com maçanetas e dobradiças em preto.



ROOM MAKEOVER  by Slidely Photo Gallery

terça-feira, 25 de outubro de 2016

Na cozinha #3 - Brownies só com 2 ingredientes

Tenho para vocês uma receita deliciosa apenas com dois ingredientes! Sim, apenas dois!! Descobri esta receita e fui logo tratar de experimentar. Correu tão bem que tive partilhar com vocês. É muito fácil de fazer e demora cerca de 40 minutos a ser preparada. Cá vai.

Ingredientes: 
- 4 ovos
- 350g de Nutella 

Preparação:
Bater os quatros ovos numa taça com a ajuda de uma batedeira elétrica durante cerca de cinco minutos até formar um creme amarelado bem fofo. Aquecer a Nutella no microondas mexendo a cada 15 segundos até estar praticamente líquida. Sem deixar de bater, adicionar a Nutella ao creme dos ovos. Envolver com uma espátula antes de levar ao forno, pré aquecido, num tabuleiro retangular durante 20-25 minutos a 180°C. Deixar arrefecer, cortar aos quadrados e servir. 

Dicas:
- Atenção ao tamanho do tabuleiro. A massa não vai crescer e se o vosso tabuleiro for muito grande vão acabar com uma coisa espalmada sem graça.  
- Devem forrar todo o tabuleiro com papel vegetal para que seja fácil retirar a massa depois de cozida.
- Podem decorar os vossos brownies com avelãs raladas.

Os meus ficaram assim 


segunda-feira, 24 de outubro de 2016

5 dicas para um dia produtivo

Por vezes passar muito tempo em casa desperta a veia preguiçosa que há em nós. Tenho para vocês cinco dicas que me ajudam a manter uma rotina produtiva, mesmo sem ter horários fixos. 

1 - Não ficar a manhã toda na cama! Esta dica é provavelmente a mais importante das cinco. Sair cedo da cama, ou até mesmo a meio da manhã, vai evitar o desperdício de horas úteis. Mesmo que acabem por não fazer nada de muito produtivo nessas horas podem aproveitar para dar um jeito ao vosso quarto e para se arranjarem. Vão ver que assim ficam logo com menos vontade de preguiçar. 

2 - Não ficar todo o dia de pijama. Também importante e funciona muito melhor se for feita no seguimento da primeira. Evitem estar de pijama, mesmo! O pijama é aquela roupinha super confortável que só puxa a vontade de estar deitado no sofá ou enfiado na cama. Se tomarem um banho e vestirem outra roupa que não o pijama depois de acordar vão ter logo outra energia para enfrentar o resto do dia.

3 - Tentar criar uma rotina, mesmo sem horários fixos. Acordar sempre (+/-) à mesma hora e ter uma lista de tarefas programada para o dia vai ajudar-vos a ter um dia mais produtivo. Também é importante que não façam noitadas desnecessárias, só vos vai atrapalhar quando quiserem aproveitar bem a manhã do dia seguinte.  Façam isto durante uma semana e vão ver que nas próximas já é automático.

4 - Sair de casa. Evitem passar mais de dois dias sem sair de casa e quando tiverem de sair tentem que seja durante a manhã. Desta forma vão ser "obrigados" a acordar mais cedo, uma grande ajuda se tiverem dificuldade em saltar da cama. Sair de casa implica também um maior esforço para nos arranjarmos e isso vai fazer com que fiquemos mais despertos o resto do dia. 

5 - Deixar os momentos de preguiça/lazer para o fim do dia. Se tiverem de fazer uma sesta ou se vos apetecer muito ver um filme ou aquele episódio da vossa série favorita (ou séries) façam para que estes momentos sejam adiados para o fim do dia. Assim vão evitar uma quebra na vossa energia para fazer as tarefas daquele dia. E mais, se guardarem a preguiça para o fim do dia vai saber ainda melhor porque vão estar cansados de tanta produtividade e já não correm o risco de adormecer e perder todo o vosso dia. 

Se passam a maior parte do vosso dia fora, tentem dividir as vossas horas livres entre as tarefas que têm em casa e o momento de preguiça. É apenas uma questão de se organizarem. 

sexta-feira, 21 de outubro de 2016

As verdades a negrito - versão 2.0

Estava aqui a remexer nas publicações mais antigas aqui do blog e encontrei este "jogo" que estava muito na moda de se fazer na altura e achei que estava a precisar de um update por isso aqui vai. ~
(para veres o que mudou clica aqui)

Tenho menos de 1.65m.
Tenho uma cicatriz.
Gostava que o meu cabelo tivesse uma cor diferente.
Já pintei o cabelo.
Tenho uma tatuagem.
Eu nunca usei suspensórios.
Um estranho já me disse que era bonito/a. 
Tenho mais de 2 piercings.
Tenho sardas.
Já jurei algo aos meus pais.
Já fugi de casa.
Eu tenho irmãos.
Quero ter filhos no futuro.
Tenho um emprego.
Já adormeci numa aula.
Faço quase sempre os trabalhos de casa.
Já estive no quadro de honra da escola.
Já disse "LOL" durante uma conversa.
Ainda choro a ver filmes da Disney.
Já chorei de tanto rir.
Já rasguei as calças em público.

Tenho uma doença de nascença.
Já tive que levar pontos.
Já parti um osso.
Já fiz uma cirurgia.
Já andei de avião.
Já fui a Itália.

Já fui à América.
Já fui ao México.
Já fui a Espanha.
Já fui à Suiça. 
Já fui a África.
Já me perdi na minha própria cidade.
Já fui à rua de pijama.
Dei um pontapé a um rapaz onde dói mesmo.

Estive num casino.
Gostava de jogar verdade ou consequência.
Já tive um acidente de carro.

Já fiz ski.
Já entrei numa peça de teatro.
Já me sentei num telhado à noite.
Costumo pregar partidas às pessoas.
Já andei de táxi.

Já comi sushi.
Já tive um encontro às cegas.
Sinto falta de alguém neste momento.
Já beijei uma pessoa com mais 8 anos do que eu.

Já me divorciei.
Já gostei de alguém que não sentia o mesmo por mim.
Já disse a alguém que o/a amava, quando não era verdade.
Já disse a alguém que o/a odiava quando na verdade o/a amava.

Já tive uma paixão por alguém do mesmo sexo.
Já me apaixonei por um/a professor/a.
Já me beijaram à chuva.
Já beijei um estranho.
Fiz algo que prometi não fazer.
Já saí sem os meus pais saberem.
Já menti aos meus pais acerca do sítio onde estava.
Tenho um segredo que ninguém pode saber.

Já fiz batota.
Copiei num teste.
Passei um semáforo vermelho.
Já fui suspenso na escola.

Já testemunhei um crime.
Estive preso/a.
Já consumi álcool.
Bebo regularmente.
Já desmaiei de tanto beber.
Estive bêbado/a pelo menos uma vez nos últimos 6 meses. 
Já fumei ganza. 
Já tomei drogas fortes.
Consigo engolir 5 comprimidos de uma vez sem problemas.
Já me diagnosticaram uma depressão.
Tenho problemas de ansiedade diagnosticados.
Grito com os outros quando estou enervado.
Tomos anti-depressivos.
Sofro/sofri de anorexia ou bulimia.
Já me aleijei de propósito.
Já acordei a chorar.

Tenho medo de morrer.
Odeio funerais

Já vi alguém morrer.
Alguém que me era querido suicidou-se.
Já pensei em suicidar-me.
Tenho pelo menos 5 CD’s.
Tenho um ipod ou um mp3.

Sou obcecado por anime
Já comprei alguma coisa pela Net.
Canto bem.
Já roubei um tabuleiro de um restaurante de fast food.
Eu vejo o noticiário.
Não mato insectos.
Canto no duche.
Já fingi estar doente para não ir à escola.
Acedo à net pelo meu telemóvel.
Ando no ginásio.
Sou fanático/a por desporto.
Cozinho bem. 
Já fui de pijama para a escola.
Sou capaz de disparar uma arma.
Amo amar.
Eu ja exkrevi axim.
Eu riu-me das minhas próprias piadas.
Todas as semanas como fast food.

Acredito em espíritos.
Já fui para um teste sem estudar e tive boa nota.
Sou muito sensível.
Adoro chocolate branco.
Tenho o hábito de roer as unhas.
Sou bom/a a decorar nomes.
Associo músicas a pessoas/momentos.

quinta-feira, 20 de outubro de 2016

Força procura-se

Viver é difícil! É difícil tomar decisões e arriscar, e a vida é feita disso mesmo, de risco. Estamos constantemente a decidir sobre tudo e a viver com as consequências, com o risco que advém dessas escolhas. Todos os dias temos de acordar e procurar forças para enfrentar os desafios que temos em mão. Precisamos de força que nos leve a acreditar que somos capazes de viver com o risco das nossas decisões.  Não podemos ter medo de seguir com a nossa vida. Claro que é difícil,  e vai ser sempre difícil,  mas não podemos congelar o tempo e fingir que não estamos a ficar mais velhos a cada dia. Acho que cada um encontra a sua força. Há quem tenha alguém especial, um familiar, amante ou amigo,  há quem encontre conforto na fé de que existe algo que nos transmite exatamente a quantidade de força que precisamosm e depois temos os outros, os que vivem cada dia em busca da sua força, e é neste grupo que me incluo. Todos os dias acordo e faço por ser a minha própria força. Quem melhor para nos apoiar que nós mesmos? Bem sei que não é uma fonte inesgotável e que por vezes é a força contrária de que precisamos, mesmo assim, esta é uma batalha diária que somos obrigados a combater e precisamos de ter fé em quem realmente somos, acima de todas as coisas. Temos de lutar e enfrentar com coragem cada dia, porque não podemos parar de viver e porque, no final,  precisamos de saber que fizemos o que podíamos e que demos tudo o que tínhamos para ganhar a guerra. Como sempre, tudo isto é mais fácil dizer do que fazer. Espero que encontrem a força de que precisam para alcançar as vossas metas. Com isto espero também despertar a minha. Boa noite.

quarta-feira, 14 de setembro de 2016

Licenciada aos 20

Eu sei que não vos escrevo há meses. E sim, pensei mesmo que era desta que o blogue chegava ao fim. Não tive vontade para falar com vocês nestes últimos tempos, e provavelmente poucos de vocês restam. Mas voltei, e voltei com vontade de fazer mais e melhor, porque hoje recebi uma das melhores notícias: estou licenciada! Acabei esta aventura no curso de Ciências da Comunicação, numa instituição que, apesar de tudo, vai deixar saudades. Meu querido ISCSP e minha querida família ISCSPiana, vão estar sempre comigo! E que aventura esta! 
Queria ser capaz de vos contar como foram estes anos naquela casa com aquela família, mas é impossível descrever o que se vive nestas alturas. Cada vez mais percebo aquilo que as pessoas estão sempre a dizer "só quem passa por elas é que sabe", é a mais pura das verdades, para o bem e para o mal. É por isto que os cursos se unem e formam uma grande família, porque passam pelas mesmas coisas, vivem as mesmas coisas. Sei que muito do que vou ser daqui para a frente devo a quem me acompanhou nesta etapa e esteve comigo até ao final, desde o melhor colega ao professor mais complicado, passando pela Praxe, pelo Núcleo e por tudo o resto. Parece um sonho. Está tudo igual a ontem, mas hoje sei que tenho um curso superior. Perguntaram-me como me sentia e sinceramente sinto-me na mesma. Estou orgulhosa do que consegui, sem dúvida, afinal de contas, mal ou bem, terminei o meu curso e vou seguir em frente para conquistar os próximos desafios. 
Sendo o mais honesta possível, não sei o que se segue. É fantástico saber que alcancei este objetivo, mas é assustador saber que agora é que começa a sério. Talvez um dia vá investir mais na minha formação académica, mas hoje terminaram os meus 15 anos de estudo "sem pausas". Estou assustada, mas sem medo. É sempre em momentos como estes que pensamos em que já nos deixou, e poucas pessoas sabem a falta que sinto dos meus avós nestas alturas. Sei que consigo enfrentar o que aí vem, até porque tenho duas estrelas no céu a olhar por mim! Posso não ser a pessoa mais brilhante do mundo, mesmo assim dou tudo o que tenho e sei que isso é suficiente para brilhar. Tenho 20 anos e estou licenciada, e agora? 

sexta-feira, 3 de junho de 2016

Na Cozinha #2 - Tarte de Morangos

Olá olá! Depois de muitos meses desaparecida estou de volta com uma sobremesa top para refrescar o vosso verão: tarte de morangos. Para dizer a verdade, a única coisa que esta tarte tem a ver com morangos é só os que estão à vista, mesmo assim, promete ser a minha sobremesa favorita deste verão! Encontrei esta receita numa revista e decidi adaptar e fazer uma sobremesa ao meu jeito.

Fiquem com a receita e as fotos de mais uma aventura na cozinha!

Base: 

  • 200g de bolachas c/ recheio de chocolate
  • 100g de manteiga à temperatura ambiente
Recheio e decoração:

  • 3 folhas de gelatina vermelha
  • 400ml de natas
  • 150ml de leite condensado
  • 4 colheres de sopa de doce de framboesa
  • 1 iogurte natural
  • morangos q.b. (no meu caso, usei 3 morangos inteiros)



Preparação: 


Triture as bolachas, junte-lhes a manteiga e amasse até misturar bem. Forre uma tarteira de 20cm com a mistura das bolachas. Reserve no frio. Hidrate as folhas de gelatina em água fria durante uns 5 minutos. Escorra e reserve, Para o recheio, bata as natas e envolva-lhes o leite condensado, o iogurte e o doce de framboesa. Retire 3 colheres de sopa deste preparado e junte-os às folhas de gelatina para levar ao microondas durante breves segundos (até as folhas de gelatina estarem completamente derretidas). Junte, delicadamente, ao restante preparado. Verta o preparado para a tarteira e alise a superfície. Decore com morangos. 

Nota: No meu caso, a tarteira era um pouco maior que 20cm então decidi adicionar mais bolachas na mistura para ficar com uma base mais alta. Podem fazer ao vosso gosto. Lembrem-se apenas que quanto mais bolacha utilizarem, mais manteiga vão ter de adicionar e mais alta vai ficar a vossa base.






quarta-feira, 30 de março de 2016

Trabalho de véspera

Onde é que vamos buscar força e motivação para continuar? Ainda não descobri. É com pesar que vos digo que, por vezes, não sei como enfrento certas situações. E pior ainda, também não sei como é que me meto nessas situações. Afinal o que se passa? Bem, é muito simples. Tenho um trabalho por fazer e a entrega é amanhã. Sim, voltei a deixar as coisas para fazer na véspera. Sim, a culpa é toda minha. Mesmo assim vou tentar defender-me e dizer que estive doente as férias inteiras e por isso não consegui fazer grande coisa. Claro que noutras alturas não estava doente e também não trabalhei quando devia. Mas há que fazer um esforço! Há que dar tudo para ter uns momentos de paz depois dos apertos complicados do semestre. A realidade é que todo este semestre é um aperto sem fim que só termina no final de junho (na melhor das hipóteses). E assim volto à pergunta inicial: onde é que vamos encontrar força e motivação para enfrentar isto? Talvez na esperança de concluir a licenciatura no tempo certo. Talvez na vontade de ter o trabalho feito. Ou então, não encontramos a força nem a motivação e somos arrastados para mais um semestre quando não era suposto. Pois bem, melhor ou pior, vou escrever as 10 páginas e dar tudo, rezando por uns momentos de respiração entre o aperto que está a ser o meu ano de finalista!

terça-feira, 22 de março de 2016

Reflexão das 00h

Sempre achei que tudo seria mais fácil se as pessoas fossem honestas umas com as outras. Se pensarmos bem (e nem precisamos de pensar muito), seria bem mais simples se cada um não tivesse medo de admitir o que fez ou o que disse. Mas não. O que acontece é que andam todos a dizer que alguém disse alguma coisa e nunca chegamos a saber a verdade. Eu preciso de saber a verdade, e preciso dizer a verdade também! Não aguento andar nestes joguinhos do diz que disse, não quando seria bem mais simples dizer o que aconteceu e pronto. E se as pessoas não gostarem da verdade? E se a verdade não for algo agradável? Temos de aprender a viver com isso. Temos de saber lidar o melhor que conseguimos com as consequências do que andamos a fazer. O que não podemos fazer é fingir que não se passou. É impossível fingir quando já toda gente sabe.