Quando me perguntam "Vais para a cama a que horas?" eu fico sempre na dúvida. É que isto da hora de ir dormir é bastante relativo. Vejamos. Eu antes dividia sempre este assunto em: ir dormir em tempo de escola e ir dormir em tempo de férias. No entanto, nos últimos três anos as horas começaram a tornar-se próximas e passei a responder sempre entre às 23h e as 00h, o que nem sempre reflecte a realidade. Existem sempre muitas coisas que fazem desregular isto tudo, trabalhos por acabar, reality shows na tv, coisas giras na internet... Entretanto, chegam sempre as férias do verão. As abençoadas férias do verão, que seriam as minhas favoritas se não fosse pelas elevadas temperaturas. Será escusado dizer que as férias do verão fazem os horários de ir dormir variar entre as 00h e 04h. E o problema é que depois é muito complicado voltar a conseguir regular o horário normal. Por exemplo como hoje. Tenho compromissos marcados para este sábado bem cedo e ainda aqui estou em vez de ir dormir. Porquê? Porque demasiados dias sem nada para fazer dá nisto e porque quem dorme das 04h às 12:30 todos os dias durante semanas se esquece de viver. Acho que dormi mais na última semana do que em toda a minha vida e é por isso que agora não consigo ir dormir! João Pestana anda cá que preciso de dormir hoje porque amanhã tenho coisas para fazer e se puderes traz o Vitinho contigo que ele também é sabedor desta arte de fazer as pessoas adormecer.
sábado, 27 de julho de 2013
domingo, 14 de julho de 2013
Trabalhos Manuais #15 - Flores de cartão
Graças a um site magnífico que me enche a alma com as coisas lindas que lá tem, surgiu-me a ideia de fazer uma pequena actividade de artes manuais: flores de cartão.
Muito simples, fácil e barato. É uma maneira gira de decorar uma parede e sempre dá para reciclar.
Os materiais são: rolos de papel higiénico, tesoura, cola ou agrafos (eu optei pelos agrafos, acho que dura mais tempo) e tinta com os respectivos pincéis.
Podem ver AQUI! o site que me forneceu a ideia.
As minhas ficaram assim:
Muito simples, fácil e barato. É uma maneira gira de decorar uma parede e sempre dá para reciclar.
Os materiais são: rolos de papel higiénico, tesoura, cola ou agrafos (eu optei pelos agrafos, acho que dura mais tempo) e tinta com os respectivos pincéis.
Podem ver AQUI! o site que me forneceu a ideia.
As minhas ficaram assim:
Peço desculpa se as fotos não ficaram espectaculares, mas não sou lá grande fotografa (juro que tentei). Claro que ao vivo é sempre melhor.
Dos resultados
Não foram lá grandes os resultados dos exames.
Português foi o melhor e ainda bem porque é o que mais me interessa.
As notas e as médias estão um bocadinho à conta. Logo se vê como correm as coisas.
Vai correr tudo bem "se Deus quiser"! Sim, vou mesmo é ficar à espera que Deus decida intervir e pôr a minha candidatura à frente de todas as outras.
Vá, eu entro. Nem que seja eu a preencher a última vaga.
*fingers crossed*
Português foi o melhor e ainda bem porque é o que mais me interessa.
As notas e as médias estão um bocadinho à conta. Logo se vê como correm as coisas.
Vai correr tudo bem "se Deus quiser"! Sim, vou mesmo é ficar à espera que Deus decida intervir e pôr a minha candidatura à frente de todas as outras.
Vá, eu entro. Nem que seja eu a preencher a última vaga.
*fingers crossed*
quinta-feira, 11 de julho de 2013
Da onda de calor e das alergias
Vou ter admitir que quando ouvi dizer que este seria "o verão mais frio dos últimos anos" até que fiquei feliz. Nunca gostei muito do calor e como tenho vindo a dizer sou uma amante do frio e da chuva, mas compreendo a frustração do resto das pessoas que gostam de ir para a praia e etc. Acontece que o calor anda por aí, em força! Certamente que anda tudo radiante, no entanto, eu não estou assim tão contente. Vejamos, eu tenho alergia ao calor e ao sol e isso tudo. Aliás, eu tenho alergias a quase tudo e o calor desperta essas alergias todas (até acho que apanhei uma constipação mesmo jeitosa). Por isso percebem porque é que eu não gosto do calor e prefiro o frio. Está claro que gosto da praia, mas com temperaturas aceitáveis que não me façam derreter.
O calor dos últimos dias não me deixa sair de casa, faz-me espirrar 500 vezes por dia, obriga-me a tomar banho de 5 em 5 minutos e nem sou capaz de dormir. Por isso, lamento imenso mas gostaria que as temperaturas fossem quentinhas mas que me deixassem respirar. Queria mesmo ultrapassar este verão sem derreter, mesmo mesmo.
terça-feira, 9 de julho de 2013
Peça em falta
Olá. Estás aí? Hum, bem me queria parecer que
não. Não sei nada de ti faz tempo, não muito tempo, mas por aqui os dias passam
tão lentamente que já nem sei ao certo em que dia estou. Sei quando é segunda e
sexta, o fim de semana ajuda a controlar esse aspecto, mas se por acaso sei o
dia é porque alguém faz anos e o telemóvel fez questão de me lembrar. As horas?
Isso esquece. Deitei as horas no contentor do lixo que está do outro lado da
rua e se por acaso me mantenho atenta ao relógio é apenas para controlar as horas a que
as séries passam na TV. Sim, já sei, ninguém vê TV nos dias de hoje, mas se
começo a ler e me agarro a um livro (ou a vários) dizes que não se pode ter uma
conversa razoável com quem respira livros. Discordo, e tu sabes que discordo. Essa
é capaz de ser uma das coisas que mais gosto nas nossas conversas, nem sempre
estarmos de acordo. É verdade! E tenho uma explicação, é que assim
quando estamos de acordo, é muito melhor. Espero que consigas pôr as tuas
ideias em ordem e encontrar a calma que sei que precisas. Continuo aqui, à
espera de algo, um milagre talvez, mas não sei se ainda existem ou se já
esgotaram. Volta. Não quero que te apresses, leva o tempo que precisares, mas
certifica-te que voltas. Resolve as tuas ideias. Eu sei que preciso de resolver
as minhas, já falta tão pouco tempo e ainda não sei bem o que fazer. Cá me
arranjo. Beijo.
sábado, 22 de junho de 2013
Sem os livros
Tenho saudades de ficar uma noite inteira a ler. Devorar um novo livro todas as noites, ou o mesmo, se for caso para tal. Folhear alegremente as páginas enquanto os olhos viajam freneticamente pelas linhas engolindo palavras, vírgulas e pontos. Sem os meus livros é o meu fim! E tudo isto para dizer que não tenho tempo e que assim que chego à cama adormeço profundamente, causas do cansaço derivado de intermináveis tarefas ao longo do dia (ou de uma só, estudar). Nunca mais começam as férias a sério. Em relação a isto, a minha progenitora afirma com toda a certeza: "hão-de ser ainda fins de julho e já não te aguentas sem nada para fazer". Lamento, mas este verão (fraquinho segundo dizem) não me vou fartar de não fazer nada. Assim espero.
sábado, 8 de junho de 2013
Fim de aulas
As minhas aulas acabaram ontem! Ainda não percebi se estou muito feliz ou muito triste, porque vistas bem as coisas, o secundário já se foi e muita gente que conheci nunca mais vou ver na vida. Fora isso, tudo bom. A semana passou relativamente rápido, até porque só tinha aulas de manhã (estágio para os exames, coisas lindas que a escola decidiu implementar este ano). Agora vou ter de estudar muito seriamente para os exames a ver se tenho uma nota relativamente boa. Estou a depender disso neste momento.
A noite de ontem também foi boa. Bastante boa aliás. Fui ao Baile de Gala aqui da cidade. Gostei imenso. Tirando o tabaco, ainda que não seja permitido fumar dentro do espaço, todos fumam. Já se sabe que o ser português adora não cumprir as regras. -.-
O ambiente estava agradável e a música muito boa. Foi bom e serviu para me mentalizar que a escola acabou mesmo e que para o ano se tudo correr bem estou na universidade.
Agora restam-me 3 exames (História, Português e Inglês, este último por mera opção) e um verão cheio de frio, segundo dizem por aí.
Beijinhos aos finalistas e aos que não são finalistas também :)
domingo, 2 de junho de 2013
Bolo de Coca-Cola
Sim, isto não é uma loucura, e se o é, é somente por o bolo ser tão bom que podia bem representar pedacinhos do Paraíso!
Aprendi aqui:
Aconselho sinceramente a fazerem isto em casa!
É mesmo bom!
O cá de casa ficou assim:
Aprendi aqui:
Aconselho sinceramente a fazerem isto em casa!
É mesmo bom!
O cá de casa ficou assim:
quinta-feira, 30 de maio de 2013
Na hora das despedidas
Não sei se alguma
vez vos disse, mas não gosto mesmo nada de despedidas! Ok, talvez com a excepção
de quando me estou a despedir de alguém de quem não gosto, nesse momento, adoro
despedidas.
Voltando ao tema, o que interessa aqui é que eu não gosto de
despedidas e agora estou a passar aquela fase das despedidas lá na escola.
Acontece que estou
no 12º ano e que estamos no final do ano, portanto, os professores estão numa
de fazer mini-discursos sobre como nós alunos somos maravilhosos e como nos
desejam tudo de bom e as maiores felicidades. Uma lamechice pegada está-se
mesmo a ver! Isto seria de facto tudo muito lindo se eu conseguisse ficar
indiferente, mas não sou capaz. É difícil dizer adeus às pessoas com quem
estivemos 3 anos das nossas vidas e com quem aprendemos muito. Fico triste, não
podia deixar de ficar, ainda que o adeus não seja permanente, afinal de contas
devo rever as pessoas de vez em quando. Não é o mesmo, mas também não podia
esperar que assim fosse. Diz que faz parte da vida: crescer e deixar as pessoas
entrar e sair das nossas vidas. Contudo, custa-me fazer isso. Ando à demasiado
tempo a preparar este texto, tudo porque não me sinto confortável a falar deste
assunto. Parece que quando se diz e se começa a pensar muito nisso, se torna
tudo muito mais oficial. Magoa-me pensar que no final do próximo mês vou perder
o contacto com muitas das pessoas que conheci nestes três anos de vida como
estudante do secundário. Talvez devesse ter pensado nisto antes e devesse ter
adiado o secundário mais uns aninhos, deixando umas disciplinas para fazer. Mas
de que me valia isso? Os meus colegas iam seguir a vida deles na mesma e eu ia
acabar por ficar sozinha no meio de crianças de uma geração diferente da minha.
Assim acaba por ser melhor. Estamos todos a viver o mesmo, ao mesmo tempo,
mesmo que uns com mais intensidade do que outros.
Não gosto de
despedidas! Fazem-me pensar que estou a crescer e que tenho de seguir com a
minha vida quando só me apetecia era ir para a Terra do Nunca e tornar-me num
dos meninos perdidos (neste caso, meninas). Como não posso fazer isso, derivado
a me faltar pó de fada e pensamentos felizes, vou limitar-me a ficar por aqui e
ver se aguento as despedidas.
De uma coisa tenho
a certeza: no fim, vou chorar!
quinta-feira, 16 de maio de 2013
Final Feliz
E foram felizes para sempre… A sério? Quer
dizer, isso é possível sequer? -.- Pouco importa que não seja, o que aqui
importa é: porque raio é que eu não posso ter a porcaria de um final feliz? Sim, já sei que vão todos dizer que não tenho o direito de me queixar
da minha vida porque existe muita gente que não tem família, que não tem casa,
que não tem dinheiro para comer sequer… eu sei isso tudo! Eu não me queixo da
minha vida, mas sim de parte da minha vida. Não sei bem quantos de vocês que lêem isto sabem
o quão frustrante é gostar mesmo de alguém (tendo em conta que o “gostar” é um
verbo muito subjectivo e ter a perfeita noção de que podiam desaparecer que
essa pessoa não daria pela diferença. Pronto, é desta parte da minha vida que
me queixo. Agora dizem que é coisa da adolescência e etc. Por isso vou tomar a
liberdade de vos ignorar e continuar a contar a minha história. Não sei como é que ainda não desisti desta
ideia parva. Sim, parte de mim realmente acha que não vale a pena continuar a “lutar”
por alguém que não presta, dizem por aí. No entanto, a outra parte de mim quer matar a parte
que acha que não vale a pena, porque vale, talvez. Quando me perguntam
se não estou cansada de dizer sempre a mesma coisa e de ouvir más respostas, é
claro que estou, mas será que desistir é mesmo a solução? Juro por tudo que já
tentei desistir, não deu! A única coisa que me resta é mesmo levar isto até ao
fim e esperar que se nada resultar, porque não vai resultar, que as nossas
vidas que separem e que eu possa seguir com a minha. “Ó Madalena, estás a ficar
obcecada não?” Não! Querer algo é estar-se obcecado? Preocupar-se com alguém é
estar-se obcecado? É? Mais uma vez vou ignorar as vossas respostas a estas
perguntas sem nexo. Eu explico porque não estou obcecada. De que me vale a obsessão?
De nada! Gosto de alguém, e depois? Sim, eu preocupo-me com a pessoa, há algo
de mal nisso? Por isso não me digam que estou obcecada, que não vejo a
realidade, porque acredito que a vejo como ninguém e que por isso tudo isto ainda me
custa mais. Parem de me tentar dizer o que devo fazer… Acham mesmo que estou a ouvir o que dizem? Por favor, não é que a vossa opinião não importe, mas neste
assunto acho que tenho de me aguentar sozinha… e se cair, tenho de me levantar
sozinha!
Por tudo o que disse, e porque fui educada
pelos maravilhosos clássicos da Walt Disney Studios, ainda acredito que esta história possa ter um final feliz! Sendo assim: E foram felizes para sempre, O Fim.
Subscrever:
Mensagens (Atom)
