Já começava aqui a
fazer falta um breve relato de como está a ser esta nova fase da minha vida. É
verdade, agora sou uma estudante universitária e a minha vida está diferente
mesmo que não pareça. Até começava aqui a falar de como tenho mais responsabilidades
e é preciso mais esforço e isso tudo, mas não creio que seja isso que está em
causa neste momento. As responsabilidades sempre existiram e o esforço sempre
teve ser feito, em tudo, portanto não vejo como isso possa ser uma novidade. No
entanto, existem outras coisas. Noto que o nível de preguiça possa ter
tendência para aumentar, porque a exigência é maior, mas cada um opta por o que
quer e andamos todos a fazer as coisas conforme nos parece melhor. Isto pode
despertar a preguiça que vive em mim, mas vou tentar não ser extremamente
atacada. A cidade é outra, a escola é outra, as pessoas são outras, o ensino é
outro… Nada está igual, mas ainda não consigo ser capaz de definir lá muito bem
o que é realmente diferente. Sei que sou uma estudante universitária que acorda
cedo, anda nos transportes a horas de ponta e que vai às aulas e adormece em
algumas. Mas continuo a mesma Madalena só que mais crescida, talvez. Claro que
tive de alterar um bocado o meu comportamento, afinal de contas estamos a falar
de andar na universidade e de estar a dar pequenos passos para me tornar adulta
(ai que medo desta palavra!). Tive de aprender a conter o meu comportamento
algo infantil e entusiasta, pelo menos até conhecer melhor as pessoas, não lhes
quero provocar um choque que os deixe incapazes de falar comigo. Tento agir
normalmente como se a minha vida toda tivesse sido assim, mas na maior parte
das vezes estou aterrorizada e desejo ter um sítio para me esconder. Vocês
todos sabem as dificuldades que eu tenho em socializar e sabem que consigo ser bastante
arrogante mesmo sem querer. As respostas curtas e frias são possivelmente um
dos piores hábitos que tenho, e por mais que queira responder como um ser
humano normal da minha idade faria, digo apenas o necessário e indispensável. Devem
todos achar que sou um bicho do mato que não se dá com ninguém e que é incapaz
de socializar. Em relação às aulas, existem umas pior que outras, como em tudo
na vida. Confesso que ainda não me consegui organizar a 100% e que ainda ando
apenas com um caderno todo rabiscado com apontamentos de todas as disciplinas.
Acho que o maior desafio vai ser mesmo ter de trabalhar muito com documentos e
livros fotocopiados. Nunca gostei muito de fotocópias, o livro original é tão
melhor, mas como é de prever, não vou ter possibilidade de comprar todos os
livros. Está a ser uma aventura interessante entrar novamente no “mundo da
matemática” visto que não tinha contacto com este desde o 9º ano e agora estou
de novo a ser posta a prova com problemas a precisar de soluções. No geral está
a ser bom. Estou uma verdadeira pró e já me oriento muitíssimo bem nos
transportes. As pessoas são fantásticas e não se parecem importar muito com a
minha falta de jeito para socializar. Está a ser uma aventura enriquecedora! O
pior vai ser quando começarem as festas e começar a ter de estudar a sério. Não
contem à minha mãe, mas estou com medo de perder o fio à meada!
segunda-feira, 7 de outubro de 2013
1001 Desculpas
Estaria a mentir se
vos dissesse que não me obriguei a escrever este texto. Chega de estar feita
parva a andar de um lado para o outro apenas a fazer o que parece ser
estritamente necessário para a minha sobrevivência. Passei as últimas duas/três
semanas a ir às aulas e a dormir, mas chega. Sim a minha vida deu uma volta
enorme, mas isso não justifica o meu comportamento nos últimos tempos.
Reconheço que tenho andado distante e parece que não consigo fazer nada para
evitar isso. Admito que estou a deixar o blogue morrer, mesmo que não seja essa
a minha intenção. Não tenho desculpa, nenhuma mesmo. Tenho tanto para contar e
tão pouca vontade de o fazer. Começo a achar que a minha vida agora se vai
tornar naquela vida monótona de “gente crescida” e não quero. A monotonia dos
transportes públicos, das idas às aulas, até mesmo das conversas nos
intervalos. É claro que percebo a origem das conversas. Todas partem do mesmo
porque não nos conhecemos bem e não temos confiança uns com os outros. Até
mesmo esta desculpa está a começar a falhar. Não posso continuar a acreditar
nisto por muito mais tempo, eventualmente vamos conhecer-nos melhor e não posso
continuar a dizer que conversamos pouco uns com os outros porque não sabemos
nada uns dos outros. Enfim, o pior tem sido andar off com o resto do mundo, com os meus amigos. Tenho realmente muito
medo de me estar a tornar numa pessoa solitária que não precisa da companhia
dos outros para viver. E isto é mentira, eu preciso da companhia dos outros.
Adoro estar sozinha é claro, mas preciso dos meus amigos mais do que tudo e
acho que ultimamente isso me anda a passar ao lado. Quase não vejo ninguém
agora que a minha rotina semanal começa às 6h da manhã, mas isso não é desculpa
para não telefonar, mandar mensagens ou emails e continuar a manter o contacto
com as pessoas que me são tão queridas. Sim, eu ando a ser desleixada com os
meus amigos. Não telefono, não mando mensagens, nada de nada. Juro que não
estou a fazer isto de propósito, longe de mim tentar afastá-los, mas acho que é
o que estou a fazer. Continuo a inventar desculpas a dizer que agora ando
ocupada ou que estou cansada ou que tenho de fazer isto e aquilo. A verdade é
que eles também estão cansados e ocupados! Vistas bem as coisas, eu não fui a
única a ir para a universidade. Não estou a ser a única a ter de se adaptar a
uma vida nova e diferente de tudo o que já tinha vivido. Custa, eu sei que sim.
No entanto, continuo a esquecer-me deles constantemente. Não posso continuar a
inventar todo o tipo de desculpas que me fazem pensar que não faz mal não falar
com eles. Eles não vão ficar sentados à espera que eu me decida e volte ao
normal. Eventualmente cada um vai seguir com a sua vida e eu vou ficar para
trás porque fui parva e estava a atirar areia para os meus próprios olhos. Eu
preciso de me manter em contacto com eles. Tenho de me manter em contacto com
eles. Existe um grupo de pessoas que eu não quero perder, porque cada uma
dessas pessoas conseguiu criar uma parte do que sou hoje. Não me posso
desleixar. Mesmo que ao final de um dia esteja cansada e que só consiga
imaginar como seria bom deitar-me na minha caminha, não posso deixar de lhes
mandar um “olá, como estás?” porque são estas pequenas coisas que não deixam
uma amizade morrer. Não posso esperar que sejam eles a vir ter comigo porque
uma amizade exige esforço e dedicação. Tenho seriamente de me pôr ao caminho
porque a viagem começou sem mim. Portanto, chega de desculpas!
domingo, 22 de setembro de 2013
A melhor semana da minha vida
Desculpem não ter dado notícias mais cedo, mas estive meio que falecida durante toda a semana. Faz amanhã uma semana que comecei a minha vida como estudante universitária (se bem que ainda não vi provas da palavra "estudante"). Escusado será dizer que tenho andado a falecer com a praxe! Dizem que em Lisboa a praxe nunca é nada de especial, mas na minha faculdade a praxe é levada a sério e eu estou morta porque passei a semana a levar com água, a fazer flexões, a gritar e a cantar, a correr de um lado para o outro e a servir os doutores e os mestres com grande devoção e amor ao curso. E não vamos esquecer o banho que levei na segunda-feira, sem água e com muita farinha, tinta em pó e uma bela mistela que aparentava um tom castanho e devia ter óleo e vinagre lá pelo meio. Foi muito engraçado vir para casa nos transportes nesse lindo estado (sim, façam o favor de imaginar como fiquei porque nem me dei ao trabalho de fotografar). Mas como não há nada que um bom banho não seja capaz de resolver, no dia seguinte estava pronta para outra igual, que felizmente não aconteceu!
Ando a tentar socializar o melhor que posso sem tentar parecer esquisita. Admito que não meto conversa com as pessoas, mas tento participar nas conversas quando estas já estão a decorrer. Estou a ter sérias dificuldades em decorar o nome de toda gente e chego a estar a falar com alguém durante todo o dia quando me apercebo que não faço ideia de como essa pessoa se chama. Fui os dias todos, menos na quinta, estava seriamente a precisar de descansar. Ainda que tenha vindo cedo para casa na maioria das vezes, diverti-me! As pessoas parecem ser todas muito simpáticas, o que me assusta, visto que estou sempre à espera que seja tudo uma farsa e que sejam todos na verdade uns interesseiros que estão só a tentar "fazer amigos" para sobreviver aos próximos 3 anos. Decidi que não me vou preocupar com isso agora e que vou continuar com as expectativas baixas em relação a este assunto de forma a que os danos não me atinjam.
Outra coisa é o facto de eu estar uma pró a andar nos transportes públicos. Vejam bem que até já ganhei aquela magnifica capacidade de entrar no autocarro e adormecer logo. Sempre são mais 80 minutos de sono que tenho por dia (40 para cada lado). Custa-me ter de acordar às 6 da manhã e chegar a Lisboa ainda de noite, mas isso vai alterar-se em breve. Primeiro porque a hora vai mudar e segundo porque não vou ter de continuar a chegar à escola às 8 como nesta passada semana. Está claro que vou ter de me continuar a levantar cedo, mas com o hábito vai passar a custar menos. O pior de tudo é a minha má disposição matinal que me impede de comer um pequeno almoço decente ou que me impede de comer sequer. Juro que nunca vi caso de gente que ficasse tão mal como eu fico de manhã, é que até o raio da pasta de dentes me enjoa. Ando a tentar contrariar isto, mas não está fácil.
Acho que morri socialmente (a nível de redes sociais) esta semana. Foi-me quase impossível vir ao computador. A única coisa que me apetecia fazer era dormir e dormir e dormir... O pouco tempo que vim ao computador não consegui estar por aqui mais de 1h. Tive pena porque o computador tem sido um bom amigo e tem-me permitido manter o contacto com algumas pessoas de quem infelizmente não soube nada durante a semana que passou.
Estou a habituar-me a esta nova fase da minha vida e estou confiante de que tudo vai correr bem! Vou ter saudades da praxe quando acabar, mas estou desejosa de poder vestir o traje e de ser a minha vez de fazer os caloiros sofrer, faz parte! Mas não digam a ninguém que eu disse isto, é que na sexta estava uma senhora bastante revoltada com este assunto no autocarro: "Gente tão evoluída com comportamentos da idade da pedra! Parece mentira". São estas coisas que nunca me deixam esquecer o quanto eu adoro andar de transportes públicos, porque há sempre alguém que é do contra e que está sempre revoltado.
domingo, 8 de setembro de 2013
Da Universidade
Ontem foi, sem margem para dúvidas, uma noite de emoções.
O dia passou da forma mais tranquila possível e quando alguém me perguntava se estava nervosa com a saída dos resultados, respondia simplesmente que não, e era verdade. No entanto, a aproximação da hora mais esperada do dia, começava a causar um certo formigueiro no estômago. A hora chegou e quando vi a folha dos resultados fiquei paralisada. "Colocada na 2ª opção" A minha reacção foi deixar de respirar e demorar uns 10 minutos a dizer alguma coisa a alguém. Finalmente consegui falar e contei ao meu irmão e à minha mãe, que se veio sentar ao pé de mim e enrosquei-me na cama a chorar.
Não foi um chorar compulsivo nem nada disso, mas as lágrimas corriam pela minha face e estavam carregadas de medo. Sim, porque acho que mais do que triste, fiquei com medo. Medo porque achava que era demasiado longe, que ia ter de me levantar muitíssimo cedo e tantas outras coisas. Eventualmente percebi que nada daquilo valia a pena. Afinal de conta é uma boa universidade na mesma. E o curso é o mesmo, o que eu anseio por ir estudar: Ciências da Comunicação. Por isso estou bem! Percebi que não vale a pena lamentar-me por não ter conseguido o que desejava, mas isto é bom na mesma, melhor até. Pensei em candidatar-me à segunda fase, mas não sei se deva. As coisas estão bem assim e vou optar por este caminho. Sendo assim, aqui vou eu para o Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas.
quinta-feira, 5 de setembro de 2013
Gostar de alguém
Gostar de alguém é:
um desafio
uma aventura
um exercício de paciência
sofrer
chorar de alegria
conversar durante horas
ter discussões parvas
nunca ficar irreversivelmente chateado
abdicar de algumas das nossas manias
falar abertamente
ser um bom ouvinte
saber aconselhar
fazer um esforço
dar o braço a torcer
pôr o egoísmo de parte
saber que não estás sozinho
rir até te doer a barriga
fantástico!
Gostar verdadeiramente de alguém é tudo isto e muito mais.
É uma viagem incrível e temos de dar provas em como somos merecedores do bilhete que nos foi dado!
um desafio
uma aventura
um exercício de paciência
sofrer
chorar de alegria
conversar durante horas
ter discussões parvas
nunca ficar irreversivelmente chateado
abdicar de algumas das nossas manias
falar abertamente
ser um bom ouvinte
saber aconselhar
fazer um esforço
dar o braço a torcer
pôr o egoísmo de parte
saber que não estás sozinho
rir até te doer a barriga
fantástico!
Gostar verdadeiramente de alguém é tudo isto e muito mais.
É uma viagem incrível e temos de dar provas em como somos merecedores do bilhete que nos foi dado!
domingo, 1 de setembro de 2013
Guerra antiga
Tenho andado a ler "Anjos e Demónios" do Dan Brown e ontem deparei-me com isto:
"Deus tornou-se obsoleto. A ciência venceu a batalha. (...) Mas a vitória da ciência (...) custou-nos a todos. E custou-nos caro. (...) A ciência pode ter aliviado as misérias da doença e do trabalho penoso e criado uma panóplia de artefactos para nosso entretenimento e conveniência, mas deixou-nos num mundo sem encanto. O pôr do Sol foi reduzido a comprimentos de onde e frequências. As complexidades do Universo foram dissecadas em equações matemáticas. Até o nosso valor como seres humanos foi destruído. A ciência proclama que o planeta Terra e os seus habitantes são apenas um ponto insignificante num grandioso esquema. Um acidente cósmico. (...) Até a tecnologia que promete unir-nos nos divide. Cada um de nós está agora electronicamente ligado ao mundo inteiro, e, no entanto, sentimo-nos irremediavelmente sozinhos. Somos bombardeados com violência, divisão, fractura e traição. O cepticismo tornou-se uma virtude. O cinismo e a exigência de prova tornaram-se pensamento esclarecido. Será de espantar que os seres humanos se sintam hoje mais deprimidos e derrotados do que em qualquer outro momento da sua história? Haverá algo, seja o que for, que a ciência considere sagrado? A ciência procura respostas investigando os nossos fetos ainda não nascidos. A ciência presume, até, rearranjar o nosso próprio ADN. Retalha o mundo de Deus em peças cada vez mais pequenas em busca de significados... e tudo o que encontra é mais perguntas. (...) A guerra antiga entre ciência e religião terminou."
Isto deixou-me a pensar nas consequências da evolução que a ciência atravessa a cada dia. A fé está a ser destruída porque as pessoas se sentem confusas e cada parte delas se sente como se estivesse a ser puxada para dois lados distintos que há muito que deviam ter sido capazes de coexistir. A evolução é necessária, claro, mas a que preço?
domingo, 25 de agosto de 2013
Sair à noite
Adoro sair à noite! Não costumo sair muito, mas com a companhia certa é sempre agradável e acabo por me divertir bastante. Gosto de estar a conviver com as pessoas, a dançar, a cantar, a ouvir a música. Gosto de ir a discotecas, no entanto, por vezes é um bocado desconfortável. É desconfortável porque queremos estar com os amigos a conversar e precisamos de estar aos gritos e também por causa do tabaco. Por muito horrível que seja o cheiro do tabaco, após algumas horas, acabamos por nos habituar, mas o fumo dá cabo de mim. Eu com todos os meus problemas respiratórios fico mesmo mal. O raio do fumo entope tudo o que é via respiratória e o efeito só passa no dia seguinte. É isto e a garganta inflamada e as dores terríveis nos olhos (ontem dei por mim a falecer de tanto que me ardiam os olhos). Mas vá, continuando. Em relação a ter de conversar em altos berros, é outro aspecto em que uma pessoa cria habituação. Além disso, começo a desenvolver toda uma capacidade de falar por gestos, que admito que podem ser difíceis de entender para pessoas alheias ao grupo. Não me importo com as bebedeiras dos outros desde que não me aborreçam. E sem dúvida que não compreendo as pessoas que para se divertirem têm de beber quinhentos copos de cinquenta bebidas diferentes. É claro que é agradável saborear uma bebida no meio daquele ambiente todo, mas não exageremos ao ponto de não sermos capazes de recordar o que se passou no dia anterior. Outra coisa boa de sair à noite é encontrar pessoas que não víamos há muito tempo. É sempre engraçado saber como está essa pessoa agora e é uma boa maneira de pôr a conversa em dia, ainda que seja em altos berros. O convívio é de longe a melhor coisa. Sair com um grupo de gente simpática e que está sempre pronta para a festa é extraordinário. A companhia certa transforma uma noite de merda na melhor noite das nossas vidas. Existe ainda aquele cansaço que se começa a ter a meio da noite, mas que entretanto se vai embora porque estamos tão concentrados na música e nas bebidas e nas pessoas que nem nos lembramos da dor de costas ou da dor nos pés. O pior do cansaço é quando se fica parado durante muito tempo. Quando a noite começa a chegar ao fim, a nossa bateria começa a descarregar e só umas horas de sono é que voltam a pôr tudo no sítio. Ou então, ir comer qualquer coisa. As mini-refeições que se comem de madrugada são as melhores e ajudam a reparar qualquer bateria. Com tudo isto as horas passam a correr e a noite vai-se embora e quando metemos a chave na porta já é de dia e nem demos por isso.
terça-feira, 20 de agosto de 2013
Passeio de fim de semana
Aproveitando o feriado de dia 15 decidimos ir passear.
Fui com os meus pais até ao norte do país, passamos por várias terras com nomes mesmo característicos do interior do país e algumas com nomes que tenho a certeza que foram copiados das terrinhas aqui perto de onde vivo. Estive mais tempo por Seia e por Viseu, onde aproveitamos para ver um pouco da última etapa da Volta a Portugal em Bicicleta.
Deixo-vos com algumas das fotos desse fim de semana diferente :)
Maravilhosas piscinas fluviais em Isna, Castelo Branco.
Feira de São Mateus em Viseu.
Ricardo Araújo Pereira, eu passei por Travanca.
quarta-feira, 14 de agosto de 2013
Factos sobre mim
Como é sempre bom reflectir um bocadinho sobre quem somos e sobre o que gostamos, fica aqui uma lista (que ainda não sei se vai ser grande ou pequena) com uns quantos factos sobre mim!
Sou estupidamente envergonhada quando conheço gente nova.
Adoro rasgar papel.
Ler é bem capaz de ser o meu maior passatempo.
Estudar arte vai ser sempre um grande sonho.
Cresci com os ensinamentos dos filmes de animação da Disney.
Amo a saga de livros e filmes do Harry Potter.
Sir Arthur Conan Doyle é um génio que criou um génio: Sherlock Holmes.
O mundo sobrenatural intriga-me.
Comecei a roer as unhas assim que me nasceram os dentes.
Tenho uma cicatriz no braço esquerdo que parece o Japão e que fiz quando era pequena num acidente com água a ferver.
Todos os anos existem pessoas que me perguntam a história da minha cicatriz.
Sou teimosa e egoísta, mas isso vocês já sabiam.
Jogo Sims desde o primeiro de todos e adoro.
O cinema é uma grande paixão.
O corneto de morango é um dos meus gelados favoritos.
Sonho aprender a tocar piano.
A música é uma grande paixão.
Odeio seguir modas, mas admito que às vezes as sigo.
Implico com os adultos que têm uma página no facebook.
Tenho uma pontinha de inveja das pessoas da minha idade que têm blogs com sucesso.
Os meus amigos dizem que canto bem.
Sonho conhecer o Ricardo Araújo Pereira e o Rui Unas (entre muitos outros humoristas brilhantes).
Quero muito um dia chegar a trabalhar numa estação de rádio.
Acordo todos os dias de mau humor.
Fico enjoada com a pasta de dentes -.-
Estou constantemente a mudar a disposição dos móveis do quarto.
Gosto de cozinhar e estou a tentar aprender mais e melhor.
A escrita é uma grande paixão.
Por agora ficamos por aqui porque também não vos quero dizer tudo!
Sou estupidamente envergonhada quando conheço gente nova.
Adoro rasgar papel.
Ler é bem capaz de ser o meu maior passatempo.
Estudar arte vai ser sempre um grande sonho.
Cresci com os ensinamentos dos filmes de animação da Disney.
Amo a saga de livros e filmes do Harry Potter.
Sir Arthur Conan Doyle é um génio que criou um génio: Sherlock Holmes.
O mundo sobrenatural intriga-me.
Comecei a roer as unhas assim que me nasceram os dentes.
Tenho uma cicatriz no braço esquerdo que parece o Japão e que fiz quando era pequena num acidente com água a ferver.
Todos os anos existem pessoas que me perguntam a história da minha cicatriz.
Sou teimosa e egoísta, mas isso vocês já sabiam.
Jogo Sims desde o primeiro de todos e adoro.
O cinema é uma grande paixão.
O corneto de morango é um dos meus gelados favoritos.
Sonho aprender a tocar piano.
A música é uma grande paixão.
Odeio seguir modas, mas admito que às vezes as sigo.
Implico com os adultos que têm uma página no facebook.
Tenho uma pontinha de inveja das pessoas da minha idade que têm blogs com sucesso.
Os meus amigos dizem que canto bem.
Sonho conhecer o Ricardo Araújo Pereira e o Rui Unas (entre muitos outros humoristas brilhantes).
Quero muito um dia chegar a trabalhar numa estação de rádio.
Acordo todos os dias de mau humor.
Fico enjoada com a pasta de dentes -.-
Estou constantemente a mudar a disposição dos móveis do quarto.
Gosto de cozinhar e estou a tentar aprender mais e melhor.
A escrita é uma grande paixão.
Por agora ficamos por aqui porque também não vos quero dizer tudo!
quarta-feira, 7 de agosto de 2013
Os filmes são uma mentira
Não se deixem enganar, porque o cinema é muito traiçoeiro e tem a mania de nos enganar. Mesmo sendo uma das minhas grandes paixões, o cinema tem o hábito de mentir às pessoas. Sim, eu já sei que os filmes são para ser interpretados como uma realidade alternativa à nossa em que tudo é mais belo e em que existem finais felizes e assim. Acontece que isso tudo é uma grande mentira. Vejam lá bem, uma pessoa anda a vida inteira a ser enganada a ver filmes espectaculares sobre como o secundário é a coisa mais incrível que nos pode acontecer na vida e depois afinal não é nada disso. Não me interpretem mal. Estes 3 anos foram muito agradáveis de ser vividos e conheci muita gente e aprendi muita coisa. No entanto, não foram nada como os filmes me tinham dito que ia ser. Comparando as expectativas com a realidade, fiquei a perder, e muito! Outra coisa em que os filmes nos estão constantemente a enganar é à cerca do verão. O mundo do cinema faz o verão parecer a altura mais fabulosa do ano, como se fosse a última oportunidade de alguém ser realmente feliz. Os actores todos contentes na praia, na piscina, com os seus amores de verão (outra mentira reles) e a viver o melhor verão de sempre que nunca vão esquecer. MENTIRA! Já há 17 anos que vivo o verão e não é nada assim. E isto não se passa só comigo, podem ir perguntar a muito boa gente que lhes vão dizer o que eu disse. O meu verão, na melhor das hipóteses, é ir passar uma semana ao Algarve e ir à praia ou à piscina duas ou três vezes com o meu grupinho de amigos. Não há amores de verão nem festas fantásticas nem noites maravilhosas. Portanto filmes, parem lá com isso de mentir às pessoas!
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