quinta-feira, 28 de junho de 2012

Novidades

Ora bem, que tal vai isso? Já morreram todos com este calor que tem andado por aí? Eu já (quase que já). Já morri tanto que decidi ir à praia no dia em que dão descida da temperatura, porque para dizer a verdade, eu gosto mais da praia quando está fresquinho. Mas é verdade, daqui a umas horas lá vou eu para o meu primeiro (oficialmente) dia de praia do Verão 2012. Que seja o primeiro dia de muitos. Tenho a dizer que nunca mais tive noticias da minha máquina fotográfica e que já me estou a passar com isso, ela foi para arranjar e nunca mais voltou. Tenho de ir investigar esse assunto.
Entretanto, fica aqui uma foto que encontrei aqui perdida. É o meu gato (chama-se Baguera, em homenagem à pantera da história "Livro da Selva") e está a tentar comer os peixes que estão no aquário do meu quarto... Acho que tinha um video desta bela tentativa... Se encontrar meto aqui. A foto já é um bocadito antiga. O gato está maior e os peixes são 3 (e têm o aquário mais limpinho).

sábado, 23 de junho de 2012

Sem título

Começa a ficar dificil relembrar o teu rosto, o som da tua voz e até o teu sorriso.
Fecho os olhos e tento arduamente recordar as palavras proferidas na última vez que estivemos juntos e não me lembro. Um enorme vazio, que cresce a cada dia longe de ti, começa a alojar-se no meu coração e toma conta das memórias, apagando-as uma por uma. Quando te voltar a ver já não saberei quem és e com sorte nem tu saberás quem sou. Foram bons momentos que nunca chegaram a existir, mas mesmo assim fecharei os olhos todas as noites para os tentar recordar, uma e outra vez (porque sou parva).

terça-feira, 19 de junho de 2012

Atitude!

Está claro de que o que o Mundo precisa é de atitude! Não, a sério. É só o que falta. Isto com atitude fica tudo nos eixos. Mas o problema é que ninguém tem atitude. 
Olhem eu (que não sou exemplo nenhum para a sociedade)... Ando para aqui, com dois exames nacionais para fazer, a engonhar o estudo... Tá mal. Ora pois! Se eu decidisse ter atitude era diferente, estava aqui a estudar (ou até já tinha estudado tudo) e estava super confiante para fazer o raio dos exames, mas não. Deviam haver frasquinhos de atitude a vender no supermercado. Eu ia lá e comprava. Depois era só dissolver a atitude num copinho de água (pouca água para a mistura não ficar fraquinha), beber e pronto, atitude garantida para fazer de tudo. Espero que algum cientista todo maluco leia isto e comece a fazer experiências. É que eu até já sei qual seria o slogan: "Um frasquinho de atitude por dia, nem sabe o bem que lhe fazia". 

Mas falando a sério (como alguma gente crescida fala, só alguma).
Dia 26 até dou pulos de contente quando sair da sala de exame.

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Desespero

Salvem-me destas não férias, por favor!

Sabem os exames do 11º ano? Estou farta deles. E ainda nem aconteceram.
Ando para aqui com os livros espalhados na secretaria, com um monte de exames dos anos anteriores a um canto e com folhas de apontamentos espalhadas por toda parte... Podem imaginar a cena...
Passo tardes inteiras a estudar (mais ou menos), sim porque não sou capaz de me levantar cedo (por mais que meta um despertador).
Só depois de dia 25 e 26 é que fico bem, depois desta confusão toda acabar.
Ah, mais uma coisa... Deixo aqui a indicação para terem cuidado com as combinações de verão com os "amigos", é que pode acontecer que achem que estão incluídos e depois virem a descobrir que ninguém vos quer lá. Cuidadinho com isso. E façam como eu faço... vinguem-se! (ou então não)

sexta-feira, 8 de junho de 2012

Fim de Aulas

Hoje foi o último dia de aulas, se é que se podem chamar aulas, é que nem devo ter estado (ao todo) 20 minutos dentro de uma sala de aula. Mas pronto, foi o último dia. Tarde livre, como de costume, aproveitada para parvar com as amigas, um bocadinho de cantoria e bolos à mistura, tudo à grande.
O Baile de Gala das escolas aqui da zona é hoje, não vou. Tive várias propostas e decidi não ir e passar antes a noite com os amigos noutro lado qualquer, sem fatos caros e sem música "jovem". 
Espera-me um verão com muito sol e calor e com muitas coisas giras para fazer, e tempo para me dedicar às leituras e às pinturas. 
Boas férias a quem está de férias.

P.S. - Faltam os exames, mas isso não conta (apesar de me ir matar a estudar, nos intervalos entre os dias de praia).

sábado, 12 de maio de 2012

Dia negro

O seguinte texto foi escrito na sequência da passada segunda-feira, dia 7 de Maio.

Hoje foi um dia triste, um dia negro. E encontro-me agora às escuras (bem, não totalmente) e começo a pensar em tudo o que aconteceu hoje. Quando acordei estava a chover (e assim continuou até ao final do dia), levantei-me e fui abrir a janela e dar comida aos peixes (lembro-me de pensar que tinha de arranjar tempo para limpar o aquário) e pensei que o dia hoje não ia ser muito animado, o que é curioso, visto que menos animado não podia ter sido. Como em todas as manhãs, fui tomar o pequeno-almoço, ao qual se seguiu um duche rápido; começava a ficar atrasada para as aulas.
Cheguei à escola, um tanto revoltada (achava eu que era) com a chuva. As aulas da manhã passaram devagar e na hora de almoço já não podia com a revolta que estava a sentir. Estava revoltada (ainda estou, mas agora menos) com a atitude das pessoas, não para comigo, mas para com ele. Será possível que alguém seja capaz de viver assim? Não sei se é, e não tenciono vir a descobrir por experiência própria. No entanto, vivo com a ideia de que é impossível viver sem amigos (daqueles a sério) e sem família (família que cuida e que apoia, não daquela que se limita a estar lá só porque sim). Mas ele vive assim, e não sou capaz de não me sentir mal quando penso nisso. A vida que ele pinta ter é muito bonita e normal, mas, por vezes, a máscara cai e eu, nos momentos que ele demora a coloca-la novamente, vejo pedaços da vida que ele realmente vive, ou melhor, ele não a vive, ele existe nela, visto que é impossível que alguém, por mais ausente que seja, consiga viver desta maneira. Ainda para mais hoje, hoje que desabou tanta coisa, para tanta gente, graças a tantos acontecimentos mal resolvidos. Ele fez parte dessa gente a quem desabou o mundo, apesar de eu estar quase certa de que o mundo dele já tinha desabado. Não foi bem o mundo que desabou hoje, mas foi parte dele, a parte do mundo que lhes fazia mais falta, ou quase. "Amigos" que deixaram de falar uns com os outros, amigos que eu pensava que eram amigos de verdade (daqueles que já quase não há). Sinto pena dele, sei que não devia, mas sinto! Sinto pena de alguém que está a perder tudo, e que ainda vai perder mais, mesmo quando já nada tiver. Foi assim o dia negro de hoje. Ainda bem que depois da tempestade vem a bonança, pelo menos para alguns de nós (para ele não, que ele nunca vai ser feliz, não de verdade).

Riga, a Aventura!

Sim, eu sei, só estou a escrever agora. Sei que já voltei no dia 28 do mês passado, mas pronto, só tive tempo agora. E além disso estava à espera das fotos do resto do pessoal (que mesmo assim ainda não tenho na totalidade). Foi uma semana muito gira. É tudo muito diferente lá no fim do mundo para onde fui. A cidade é incrivelmente bonita e as pessoas são simpáticas.




Os primeiros dias foram um pouco chocantes, para todo o grupo. Acontece que a Letónia é um país que ainda está a recuperar os tempos da guerra, visto que só deixaram de pertencer à URSS há relativamente poucos anos. Ainda se nota muito o que a guerra fez às pessoas e a que condições a que as submeteu. Fiquei chocada com as casas em que vivem. São pequenas, parecem jaulas, mas conseguem ser acolhedoras. Eles não ligam à casa em que vivem, não são como nós que passamos a vida a tentar ter tudo e só nos baseamos nas coisas materiais, eles preocupam-se com a família e não querem saber dos bens materiais. Admiro isto!


Fomos a tantos sítios, incluindo a praia, e eu toquei no Mar Báltico. Fartei-me de andar pelas ruas e pelos parques e nos autocarros e comboios. Tanta coisa. Era uma correria tal que eu chegava a casa jantava e não era capaz de mais nada, era deitar e dormir.  




A comida: não achei má. Ou pelo menos não era assim tão má como eu estava à espera que fosse. Até se comia, e não sei era por termos fome ou porque sabia bem.


Gostei muito, mesmo. E se repetia? Sim, sem dúvida. Sinto que aprendi muito nessa semana, e que conheci muita gente que me fez pensar sobre a dificuldade em obter o que queremos. Porque nós aqui temos tudo e nunca paramos para pensar que os bens materiais não passam de coisas, e que o que realmente importa são as pessoas, e os momentos que passamos com elas!



sábado, 21 de abril de 2012

Rumo ao desconhecido

Cá estou eu a escrever, poucas horas antes de entrar num avião rumo ao desconhecido. Finalmente, chegou o momento de ir para a Letónia, mal posso esperar, mas estou super nervosa.
Vou desde Lisboa a Oslo, na Noruega, onde vamos fazer escala, pois não há voo directo daqui para a Letónia. A viagem vai demorar 12 horas, se tudo correr como esperado, 3 horas de avião, 6 horas de espera na Noruega e mais 3 horas de avião. Chego ao destino às 23:30, hora local. Estou assustada, mas vai ser giro. Até daqui a uma semana.

P.S.- Talvez dê para escrever aqui qualquer coisa enquanto estiver na Letónia.

quinta-feira, 12 de abril de 2012

What's new?

Olá.
Bom dia/Boa tarde/Boa noite (conforme a hora local)
Assim do nada, deu-se uma série de acontecimentos que só vieram foi dar trabalho e preocupações.

  • As aulas recomeçaram (isto já desde terça-feira)
  • Os computadores aqui de casa decidiram fazer greve quado mais são precisos (felizmente, este assunto já se está a compor)
  • Os professores já marcaram os testes e os trabalhos todos para este período (tenho o calendário super preenchido e vai ser complicado acompanhar o ritmo)
  • Mais uma semana e vou para a Letónia (isto vai deixar-me com menos uma semana de aulas, ou seja, uma semana de matéria para os testes/exames perdida, mas vá é por uma boa causa)
Pronto. É isto. Isto está a deixar-me com a cabeça em água. Isto para não falar do trabalho de grupo que tenho de entregar antes de ir viajar, e ainda falta completar com uma série de coisas. Não devo aparecer por aqui muitas vezes, mas vou tentar vir, pelo menos, antes de ir para a Letónia.
Tenho umas fotos para pôr aqui, mas ando preguiçosa. E eu não queria acreditar que as férias tinham acabado, agora sou forçada a isso mesmo. São só mais dois meses e meio (mais coisa menos coisa).

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Já vi de tudo

E quando eu acho que já nada me vai fazer ficar de boca aberta devido a tamanha estupidez, chega alguém, faz a pergunta mais parva de sempre, e bate todos os impossíveis. A sério, apesar de não ter nada que fazer, tenho mais que fazer do que aturar estas coisas. (O que vale é que ainda dá para rir)

Ora vejam:

Eu sossegadita da vida quando o chat do facebook fez “poc”:

Individuo: Podes por gosto na minha foto de perfil?

Madalena: porquê?

Individuo: não sei

Madalena: se tivesses uma boa resposta eu ainda punha gosto, mas como não tens não vou pôr

Individuo: ah desculpa eu tenho
                  então porque quero chegar aos 40 gostos!

Madalena: boa grande objetivo de vida!
                  e vais em quantos já?

 Individuo: 37
                  objetivo de vida?

 Madalena: lol
                   achas normal nunca falares comigo e vires pedir para meter gosto na tua foto?

Individuo: não!!!

Madalena: boa
                  só me dás razão.

                  não vou meter gosto
Individuo: -.-

Madalena: :D


E ainda dizem que não há coisas fantásticas!
Se por acaso a pessoa da conversa ler isto, por favor não se sinta mal, nem comece a disparatar comigo, pense que trouxe um sorriso à cara de muito gente.